Bem, as groupies são fãs ou tietes, principalmente de bandas de rock, que ganharam fama nos anos 60 e 70 por serem tão fanáticas a ponto de liberarem a xavasca para seus ídolos.
A Renata, se auto-intitulou como groupie para mim, da banda Megarex, mas com um detalhe, sem liberar a xavasca pra ninguém. Isso porque o cara é primo dela e ela disse que pegar amigo de primo fica meio embaçado, que fica apenas na definição de tiete fanática. Vou perguntar para os amigos do primo dela se concordam com o que ela disse…
Pois bem, ela me pediu um jabá 0800 da banda do primo dela, a Megarex, que está com o super sucesso na pista “El Fuca Vermejo No Mi Atropellara Jamás”
E não pára por aí. os caras estão promovendo um concurso. Basta criar um nome para a nova música da banda e concorrer a um Fusca Vermelho de verdade. Acesse o site da banda, coloque seus dados e sua sugestão para o novo nome da banda até o dia 15 de dezembro. Já que a Renata não está dando nada pra ninguém, dê você uma sugestão para o novo sucesso da banda. Não perca tempo! Vai logo zé!
Essa não! Pensei que tinha me livrado disso, mas não. Dessa vez foi o Piuzinho, o estagiário do Ela tá de Xico. Ele me enviou este meme onde devo postar uma foto quando era pimpolho.
Nessa foto eu tinha 1 mês de vida. Foi feita numa lendária Polaroid pelo meu padrinho de casamento Roberto.
O meia Santiago Hirsig, do San Lorenzo, sangra após choque com rival durante clássico vencido por 2 a 1 pelo Racing. O jogador foi atentido e voltou ao jogo. Apesar da derrota, o San Lorenzo ainda lidera o Torneio Apertura do Campeonato Argentino com 25 pontos, dois a mais que o Tigre, e cinco a frente do Boca Juniors.
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Se houvesse uns 2 cartões vermelhos, uma perna quebrada e uma cotovelada no queixo durante a partida, poderia até virar uma continuação do filme Jogos Mortais.
O Chaves foi, é e sempre será o nosso heroí. Mas ele não seria nada se não fosse a sua melhor amiga, a Chiquinha. Só não contava com a latinha de cerveja na mão dela. Deve ter sido sem querer querendo.
Hoje acordei cedo para votar. Mentira! Levantei as 9 horas e ainda fiquei enrolando e rolando na cama. Quando resolvi levantar tive que terminar o Progress Check das aulas de inglês para entregar hoje. Isso mesmo, hoje. A fessora de inglês deu uma colher de chá pra turma e permitiu que entregássemos na casa dela, na ótica do marido dela ou na casa da mãe dela. É impressionante quando alguém envolve quase a família inteira com o trabalho. Sem noção!
Almocei com a patroa e segui 36 Km rumo à minha seção eleitoral. Num ônibus lotado, muito lotado. É muita vontade de eleger meu candidato.
Como a seção fica no bairro onde morei por 22 anos, me senti quase um candidato também, falando e cumprimentando todo mundo. Não posso deixar de falar que encontrei minhas amigas Daniele, Elke, Patrícia e Camila. Elas fizeram parte da minha adolescência. Não, não peguei nenhuma delas. Encontrei também um amigo de longas datas, Paulo Barriga e sua família. A última vez que havia visto a filha mais nova dele, ela engatinhava ainda, hoje está com 6 anos, uma moça enorme.
Passei na casa da mamãe e fiz uma bagunça básica antes de voltar para minha casa. Tive que trazer um potão de sorvete de tapioca pra patroa, senão já viu né.
Diz-se que o papel higiénico era usado na China no ano de 875 A.D., vinte anos antes do mais antigo manuscrito em papel do Antigo Testamento, atribuído ao povo hebreu. Muito mais tarde, Joseph Gayetty inventou o papel higiénico em 1857, composto por folhas de papel sobrepostas. Os gregos usavam pedras ou argila. Os romanos, esponjas embebidas em água salgada. Os árabes, a mão esquerda, considerada impura. Ao longo dos tempos, e conforme os locais, usaram-se pedras, folhas de maçarocas, penas de aves, relva, trapos, cascas de mexilhão, folhas de plantas e, já no século XIX, folhas de jornais ou de catálogos de vendas, muito comuns naquele tempo. A invenção de Gayetty falhou. O inglês Walter Alcock, mais tarde, desenvolveu a ideia de papel higiénico em rolo, em lugar de folhas sobrepostas, mas a invenção falhou de novo. Em 1867, Thomas, Edward e Clarence Scott (irmãos de Filadélfia) foram bem sucedidos, vendendo com um carrinho de mão, papel perfurado enrolado num pequeno tubo de cartão, tal como conhecemos o papel higiénico de hoje. Assim nasceu a Scott Paper Company.
Esse é o primeiro Dia Mundial de Limpar a Bunda. Por esta razão o material divulgado pelos blogs deverá ser muito parecido, portanto hoje existe uma espécie de licença poética para kibadas sem que o famigerado “Usura Não” seja citado.
Pois bem, segue abaixo algumas tipos de papel higiênico utilizados no mundo inteiro:
Porque cagar é a maior diversão!
Para aqueles que gostam de sofrer um pouco…
Pretendo comprar somente deste
E “pa” outras coisas também…
Papel higiênico fashion: Limpar a bunda deve ser um luxo!
Porque no mato não é necessário usar o coelhinho que tá passando na hora